Voar, voar, subir, subir
Will Grey, piloto de avião, junto com sua amiga Ava, faz um vôo em
1938 sobre o Triângulo das Bermudas quando, obviamente, seu avião
cai no que seria uma ilha perdida. Na verdade o casal entra em um
universo paralelo chamado Void onde os humanos estão milhares de
anos atrasados e são controlados pelos Watchers, minhocas bizarras
que usam armaduras robóticas copiadas descaradamente dos Droids de
Star Wars.
Pilotar o jetpack é desafiar o corpo humano. O analógico
esquerdo controla a direção para onde se está voando enquanto o
direito gira o personagem em seu próprio erro. Usando os dois
juntos Will faz manobras evasivas para mudar rapidamente a direção
do vôo, ou seja, o direcional que seria usado para controlar a
câmera agora controla o boneco, deixando tudo ainda mais
complicado. Para resolver este problema, a Airtight designou um
botão para travar a visão no adversário mais próximo.
As batalhas se resumem ao sistema de cover que todo mundo
está careca de conhecer. Toda a ação se baseia em procurar uma
parede, abaixar-se atrás dela e disparar tiros contra os Watchers
que sempre¬¬ farão exatamente a mesma coisa que o jogador fizer,
com a diferença de não terem nem um décimo da inteligência que
deveriam ter. Ah, claro, o grande diferencial apresentado pela
Airtight era o sistema de cover vertical. Ele consiste em subir
plataformas verticais grudando o protagonista como se fosse um
parente próximo do Homem-Aranha para evitar tomar dano dos inimigos
que descem do topo da construção. A proposta pode parecer
inovadora, contudo a jogabilidade é exatamente igual ao velho e
funcional sistema de covers horizontais com a diferença que na
vertical a física é totalmente ignorada.










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